A fatura vence, o dinheiro não é suficiente e um empréstimo aparece como alternativa. A conta é paga e vem o alívio: foi possível resolver mais um mês.
Mas o que acontece quando esse recurso passa a fazer parte da rotina? Enquanto existe limite no cartão ou crédito disponível, pode ser difícil perceber quanto da renda dos próximos meses já está comprometida.
Conseguir pagar uma conta com crédito não significa, necessariamente, que ela cabe no orçamento. Esse é um ponto de partida para conhecer o trabalho de Letícia Signor, consultora financeira pessoal com foco em mulheres.
Limite disponível não é renda
O limite do cartão e o valor oferecido em um empréstimo representam possibilidades de crédito. Ao utilizá-los, você assume um pagamento futuro, que precisa entrar nas contas junto com as despesas da casa e os compromissos já existentes.
Imagine que faltem R$ 500 para fechar o mês. Um empréstimo pode cobrir essa diferença agora, mas suas parcelas passam a fazer parte dos meses seguintes. Se a diferença entre receitas e despesas continuar, será necessário encontrar recursos para cobrir o novo mês e também pagar o empréstimo.
Por isso, vale observar o que está levando à necessidade de crédito: um imprevisto pontual, uma redução de renda ou despesas que se repetem acima do valor disponível?
Quando o crédito vira uma solução recorrente
Algumas situações merecem atenção:
- Precisar de um novo empréstimo para pagar parcelas anteriores;
- Usar o cheque especial como parte habitual do dinheiro do mês;
- Pagar uma fatura e voltar a usar o cartão para despesas que ficaram sem cobertura;
- Não saber quanto da próxima renda já está comprometido;
- Escolher uma nova dívida apenas pelo valor da parcela.
Esses sinais são motivos para olhar o orçamento completo, sem julgamento. Uma dificuldade financeira pode envolver perda de renda, emergências, responsabilidades familiares e diferentes circunstâncias.
A proposta de buscar apoio com Letícia Signor pode começar justamente por essa necessidade: conversar sobre a situação e conhecer as possibilidades de organização financeira.
Trocar uma dívida por outra pode fazer sentido?
Pode, desde que a troca seja avaliada com cuidado. Substituir uma dívida cara por outra de menor custo pode fazer parte de uma reorganização.
Para comparar propostas, observe o Custo Efetivo Total (CET), que reúne juros, tarifas, impostos e outros encargos, além do prazo e da soma das parcelas. Uma prestação menor, distribuída por mais tempo, pode resultar em um desembolso total maior. Gestão de Finanças Pessoais
Também é necessário verificar se a nova parcela cabe no orçamento e se a dívida anterior será efetivamente quitada. Se o crédito liberado voltar a ser utilizado sem planejamento, os compromissos podem se acumular novamente.
Por onde começar a organizar as contas?
Um primeiro passo é reunir as informações que hoje estão espalhadas entre aplicativos, faturas e anotações:
- A renda disponível e as datas de recebimento;
- As despesas essenciais da família;
- As dívidas, seus saldos, parcelas e vencimentos;
- Os custos de cada operação de crédito;
- As compras parceladas que ainda vão chegar.
Com esse panorama, fica mais fácil identificar o que precisa ser revisto e avaliar propostas de negociação antes de assumir novos compromissos.
Você pode levar esse levantamento para uma conversa com a Letícia Signor, explicando quais são suas principais dificuldades e o que deseja organizar.
Você pode procurar ajuda antes de o crédito acabar
Não é preciso esperar o cartão atingir o limite ou uma conta atrasar para olhar para as finanças. Perceber que o mês depende continuamente de dinheiro emprestado já é um motivo para buscar orientação.
Letícia Signor atua com consultoria financeira pessoal voltada a mulheres. Para conhecer sua proposta de atendimento, entre em contato e converse sobre o momento que você está vivendo.
Conheça o trabalho da Letícia Signor no Farroupilha TEM e dê o primeiro passo para olhar suas contas com mais clareza.